Leia: Projeta Brasil leva quase 200 mil aos cinemas
195 mil pessoas em um único dia. Apenas para assistir a filmes nacionais. Numa segunda, ou seja, dia de semana. O motivo? Ingresso a R$ 2.
Ok, R$ 2 é barato até demais. É inviável ter em qualquer país um circuito comercial com preços tão baixos assim. Mas levanta mais uma vez a questão: há interesse em assistir cinema, neste caso cinema brasileiro, o que não há é condição de se pagar regularmente quase R$ 20 por pessoa por um único ingresso. O modelo atual pode até render altos lucros com os blockbusters, que lotam independente do preço cobrado, mas é muito prejudicial a filmes médios e pequenos, pois dificulta bastante que as pessoas assistam a vários filmes no mesmo mês. Sem falar que favorece a pirataria, que cobra bem menos do que o produto oficial.
O desempenho do Projeta Brasil é apenas mais uma mostra de que, quando as exibidoras baixam os preços, o público comparece.
9 de nov. de 2007
Projeta Brasil
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No Vale das Sombras
In the Valley of Elah, o enigmático título original do longa, refere-se ao local (hoje parte de Israel) onde, de acordo com a Bíblia, teria ocorrido o confronto entre Davi e Golias. Só por aí já dá para termos uma idéia da vertente seguida por Paul “Crash” Haggis neste seu novo filme. Assim como o rei Saul mandou um garoto enfrentar um gigante armado com cinco pedras, o governo americano tem mandado meninos fantasiados de soldados para sofrer todo tipo de dano no Iraque. E a que custo? O dano físico é apenas a parte mais visível. Mas e quanto aos traumas que uma experiência como essa causa no emocional de alguém que ainda nem abandonou a adolescência?
Hank Deerfield, orgulhoso ex-militar, recebe com choque a notícia de que seu filho Mike teria desertado do Exército em seu primeiro final de semana em casa após retornar do Iraque. Inconformado, Hank decide investigar o desaparecimento do filho por conta própria. Emily Sanders é policial, mãe solteira e constantemente discriminada pelo clube do bolinha da delegacia. Embora Mike tenha desaparecido em sua jurisdição, todos parecem felizes em empurrar a responsabilidade para os investigadores militares. Juntos, Hank e Emily tentam juntar as peças do quebra-cabeça a despeito da relutância das autoridades e, aos poucos, um simples caso de deserção transforma-se num mistério cada vez mais intrincado.
Para escrever esse provocador roteiro, Paul Haggis inspirou-se num artigo publicado na Playboy americana. O filme, num primeiro momento, parece uma patriotada. Mas logo o espectador perceberá que a irritação que sente foi deliberadamente planejada e que aquela empáfia e ufanismo do personagem de Tommy Lee Jones é um prenúncio. Como ele dolorosamente descobre, suas queridas forças armadas são um ídolo com pés de barro. Numa ótima performance, o ator vai se alquebrando e abatendo-se fisicamente à medida que tem seus mais arraigados princípios subvertidos. Charlize Theron mais uma vez precisa fazer um esforço enorme para ficar menos bonita e deixar aflorar um personagem sofrido e subestimado. Esforço compensado, porque sua policial interiorana e complexada é bastante convincente.
Outro trunfo do roteiro é trabalhar à perfeição a inversão de expectativas. Quanto a isso nada mais posso dizer, sob pena de “entregar” demais o desenvolvimento da trama. No todo, No Vale das Sombras não apenas é um filme realizado com extrema competência como também com muita coragem. Comparado a Crash, seu formato é bem tradicional. Mas, em termos de ideologia, é até mais provocador.
O filme estréia daqui a três semanas, no dia 30. Não deixem de conferir.
Ficha de No Vale das Sombras no Adoro Cinema
Hank Deerfield, orgulhoso ex-militar, recebe com choque a notícia de que seu filho Mike teria desertado do Exército em seu primeiro final de semana em casa após retornar do Iraque. Inconformado, Hank decide investigar o desaparecimento do filho por conta própria. Emily Sanders é policial, mãe solteira e constantemente discriminada pelo clube do bolinha da delegacia. Embora Mike tenha desaparecido em sua jurisdição, todos parecem felizes em empurrar a responsabilidade para os investigadores militares. Juntos, Hank e Emily tentam juntar as peças do quebra-cabeça a despeito da relutância das autoridades e, aos poucos, um simples caso de deserção transforma-se num mistério cada vez mais intrincado.
Para escrever esse provocador roteiro, Paul Haggis inspirou-se num artigo publicado na Playboy americana. O filme, num primeiro momento, parece uma patriotada. Mas logo o espectador perceberá que a irritação que sente foi deliberadamente planejada e que aquela empáfia e ufanismo do personagem de Tommy Lee Jones é um prenúncio. Como ele dolorosamente descobre, suas queridas forças armadas são um ídolo com pés de barro. Numa ótima performance, o ator vai se alquebrando e abatendo-se fisicamente à medida que tem seus mais arraigados princípios subvertidos. Charlize Theron mais uma vez precisa fazer um esforço enorme para ficar menos bonita e deixar aflorar um personagem sofrido e subestimado. Esforço compensado, porque sua policial interiorana e complexada é bastante convincente.
Outro trunfo do roteiro é trabalhar à perfeição a inversão de expectativas. Quanto a isso nada mais posso dizer, sob pena de “entregar” demais o desenvolvimento da trama. No todo, No Vale das Sombras não apenas é um filme realizado com extrema competência como também com muita coragem. Comparado a Crash, seu formato é bem tradicional. Mas, em termos de ideologia, é até mais provocador.
O filme estréia daqui a três semanas, no dia 30. Não deixem de conferir.
Ficha de No Vale das Sombras no Adoro Cinema
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Críticas
8 de nov. de 2007
Sem Controle
Certos filmes mereciam melhor sorte nos cinemas. Sem Controle foi lançado na sexta e não ficou nem entre os 20 filmes mais vistos no último final de semana. Fiasco absoluto. Com tal desempenho é provável que nem esteja em cartaz daqui a duas semanas, ao menos nas principais capitais. E, assistindo ao filme, pode-se notar que ele não merece tamanho abandono.
Há algo de ousado neste filme. O tema principal é relembrar a história de Manoel da Mota Coqueiro, condenado à forca durante o reinado de Pedro II e que serviu de estopim para o fim da pena de morte no Brasil. Poderia se contar esta história através de um filme de época, seguindo uma narrativa clássica. Seria o convencional e até natural. Mas a diretora Cris D’Amato e o roteirista Sylvio Gonçalves fugiram do óbvio e incluíram esta mesma trama em um universo que envolve também a dramaturgia e a loucura. E esta mescla é que torna o filme tão interessante.
Há fases muito nítidas no decorrer da história: a crise de Danilo e sua ambientação na casa de repouso, seu envolvimento com Aline, as aulas de dramaturgia com os internos e o desfecho. Todos estes trechos possuem elementos que prendem a atenção, seja pela estranheza do que é mostrado ou pelos próprios personagens em cena. Os internos são o grande destaque, especialmente observar suas peculiaridades, tanto em seu estado natural como no quanto elas influenciam em suas tentativas de atuação. E atenção especial a Milena Toscano, intérprete de Aline, que cria com bastante competência um clima de sedução e perigo com Danilo, personagem de Eduardo Moscovis.
Um bom filme, que traz ainda um final de certa forma inusitado. Se for parar para pensar ele é até óbvio, mas por seguir um rumo diferente do que se costuma ver em filmes de suspense deixa uma sensação de surpresa. Vale a pena uma ida ao cinema, mas vá logo: não deve durar muito tempo no circuito.
Ficha de Sem Controle no Adoro Cinema
Há algo de ousado neste filme. O tema principal é relembrar a história de Manoel da Mota Coqueiro, condenado à forca durante o reinado de Pedro II e que serviu de estopim para o fim da pena de morte no Brasil. Poderia se contar esta história através de um filme de época, seguindo uma narrativa clássica. Seria o convencional e até natural. Mas a diretora Cris D’Amato e o roteirista Sylvio Gonçalves fugiram do óbvio e incluíram esta mesma trama em um universo que envolve também a dramaturgia e a loucura. E esta mescla é que torna o filme tão interessante.
Há fases muito nítidas no decorrer da história: a crise de Danilo e sua ambientação na casa de repouso, seu envolvimento com Aline, as aulas de dramaturgia com os internos e o desfecho. Todos estes trechos possuem elementos que prendem a atenção, seja pela estranheza do que é mostrado ou pelos próprios personagens em cena. Os internos são o grande destaque, especialmente observar suas peculiaridades, tanto em seu estado natural como no quanto elas influenciam em suas tentativas de atuação. E atenção especial a Milena Toscano, intérprete de Aline, que cria com bastante competência um clima de sedução e perigo com Danilo, personagem de Eduardo Moscovis.
Um bom filme, que traz ainda um final de certa forma inusitado. Se for parar para pensar ele é até óbvio, mas por seguir um rumo diferente do que se costuma ver em filmes de suspense deixa uma sensação de surpresa. Vale a pena uma ida ao cinema, mas vá logo: não deve durar muito tempo no circuito.
Ficha de Sem Controle no Adoro Cinema
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Antes Só do que Mal Casado
Os irmãos Farrelly adoram bizarrices e escatologia. Em alguns filmes até usam estes elementos como material para a própria história, como acontece em O Amor é Cego e Ligado em Você. Em outros usam apenas para expressar seu mal gosto, na intenção de provocar supostas piadas. É o que acontece com Antes Só do que Mal Casado.
Não há qualquer justificativa para a inserção do desvio de septo nasal na personagem Lila, interpretada por Malin Akerman, a não ser provocar diversas cenas em que ela “vomita” pelo nariz o que bebe ou come. É, isso mesmo. Há cenas de carne saindo pelo nariz, de pílula saindo pelo nariz, etc. Engraçado, não? Os Farrelly acham.
Mas deixemos de lado a escatologia e vamos à história: Eddie Cantrow, interpretado por Ben Stiller, é um solteirão convicto que, após encontrar a suposta mulher dos seus sonhos, é levado a se casar com ela após apenas 6 semanas de namoro. Na lua-de-mel descobre que ela não é a maravilha que imaginava e se apaixona por outra mulher, que está no hotel juntamente com sua família.
Trata-se de um filme maniqueísta ao extremo. Alguém duvida que Lila se torna um inferno para Eddie, de todas as formas possíveis? E alguém duvida que Miranda, interpretada por Michelle Monaghan, a nova paixão de Eddie, é a perfeição em pessoa? Não há a menor dúvida quanto a isto, é 8 ou 80 de forma explícita. A questão moral de Eddie paquerar outra mulher em plena lua-de-mel é relegada a segundo plano, quase não tem importância. Exagera-se tanto na demonização de Lila que esta atitude torna-se até compreensível ao público. E é no exagero que a história desanda. Os Farrelly insistem tanto que uma é o demônio e a outra é a mulher perfeita que tudo soa falso demais. E, mesclado às cenas de escatologia, Antes Só do que Mal Casado torna-se um filme entediante e desagradável.
Ao assistir comédias como esta é que valorizo ainda mais produções como Podecrer! e Hairspray - Em Busca da Fama, que conseguem divertir sem serem apelativos.
Ficha de Antes Só do que Mal Casado no Adoro Cinema
Não há qualquer justificativa para a inserção do desvio de septo nasal na personagem Lila, interpretada por Malin Akerman, a não ser provocar diversas cenas em que ela “vomita” pelo nariz o que bebe ou come. É, isso mesmo. Há cenas de carne saindo pelo nariz, de pílula saindo pelo nariz, etc. Engraçado, não? Os Farrelly acham.
Mas deixemos de lado a escatologia e vamos à história: Eddie Cantrow, interpretado por Ben Stiller, é um solteirão convicto que, após encontrar a suposta mulher dos seus sonhos, é levado a se casar com ela após apenas 6 semanas de namoro. Na lua-de-mel descobre que ela não é a maravilha que imaginava e se apaixona por outra mulher, que está no hotel juntamente com sua família.
Trata-se de um filme maniqueísta ao extremo. Alguém duvida que Lila se torna um inferno para Eddie, de todas as formas possíveis? E alguém duvida que Miranda, interpretada por Michelle Monaghan, a nova paixão de Eddie, é a perfeição em pessoa? Não há a menor dúvida quanto a isto, é 8 ou 80 de forma explícita. A questão moral de Eddie paquerar outra mulher em plena lua-de-mel é relegada a segundo plano, quase não tem importância. Exagera-se tanto na demonização de Lila que esta atitude torna-se até compreensível ao público. E é no exagero que a história desanda. Os Farrelly insistem tanto que uma é o demônio e a outra é a mulher perfeita que tudo soa falso demais. E, mesclado às cenas de escatologia, Antes Só do que Mal Casado torna-se um filme entediante e desagradável.
Ao assistir comédias como esta é que valorizo ainda mais produções como Podecrer! e Hairspray - Em Busca da Fama, que conseguem divertir sem serem apelativos.
Ficha de Antes Só do que Mal Casado no Adoro Cinema
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Críticas
6 de nov. de 2007
Henry Fool & Fay Grimm
O Festival do Rio trouxe Fay Grim, sequência tardia de As Confissões de Henry Fool. São 10 anos de distância entre eles. Porém, mais do que o tempo, a maior diferença entre os filmes é conceitual. São filmes inteiramente diferentes em sua proposta, apesar de contarem com os mesmos personagens.
Henry Fool é um drama que busca discutir a situação do livre pensador na sociedade atual e, de leve, critica a indústria do entretenimento - a literária, no caso, devido à publicação do livro de Simon Grim. Fool é um homem incomodado, questionador, que não se adapta perfeitamente ao mundo em que vive. Esta revolta pessoal faz com que mude de lugar rotineiramente, surgindo e desaparecendo de repente, como ocorre logo no início do filme. Por outro lado há Simon Grim, um jovem lixeiro que muitos consideram ter algum retardamento mental. O encontro com Fool faz com que Simon desabroche, ao mesmo tempo em que o próprio Fool passa a ter raízes. As mudanças de comportamento em ambos os personagens, ocorridas lentamente, são o motor da trama.
Já Fay Grim tem um tom forte de farsa, uma intenção de brincar com os personagens e a própria história. A reviravolta criada em torno de Henry Fool, agora transformado em agente secreto, é muito brusca e, para quem viu os filmes na ordem correta, surpreendente. Entretanto não é absurda. Há vazios na história de Fool que permitem esta interpretação do personagem, apesar de ser algo impensável ao assistir o original. O tom de brincadeira imposto por Hal Hartley, diretor e roteirista de ambos os filmes, continua no clima de suspense satírico criado em torno de Fay Grim, agora alçada a personagem central.
Ao assistir aos filmes, ambos bons, a pergunta que fica é o que fez Hal Hartley provocar uma mudança tão radical de um filme para o outro. O desfecho de As Confissões de Henry Fool permite, sem muita dificuldade, uma sequência. Não seria surpreendente sua existência, mas é que Fay Grim seja tão diferente no tratamento que dá à história e aos personagens.
Durante o Festival do Rio ouvi um comentário sobre Fay Grim que dizia que o filme era “uma traição de Hal Hartley”. Não é para tanto, mas também é uma sensação bastante compreensível ao ver ambos os filmes.
Ficha de As Confissões de Henry Fool no Adoro Cinema
Ficha de Fay Grim no Adoro Cinema
Henry Fool é um drama que busca discutir a situação do livre pensador na sociedade atual e, de leve, critica a indústria do entretenimento - a literária, no caso, devido à publicação do livro de Simon Grim. Fool é um homem incomodado, questionador, que não se adapta perfeitamente ao mundo em que vive. Esta revolta pessoal faz com que mude de lugar rotineiramente, surgindo e desaparecendo de repente, como ocorre logo no início do filme. Por outro lado há Simon Grim, um jovem lixeiro que muitos consideram ter algum retardamento mental. O encontro com Fool faz com que Simon desabroche, ao mesmo tempo em que o próprio Fool passa a ter raízes. As mudanças de comportamento em ambos os personagens, ocorridas lentamente, são o motor da trama.
Já Fay Grim tem um tom forte de farsa, uma intenção de brincar com os personagens e a própria história. A reviravolta criada em torno de Henry Fool, agora transformado em agente secreto, é muito brusca e, para quem viu os filmes na ordem correta, surpreendente. Entretanto não é absurda. Há vazios na história de Fool que permitem esta interpretação do personagem, apesar de ser algo impensável ao assistir o original. O tom de brincadeira imposto por Hal Hartley, diretor e roteirista de ambos os filmes, continua no clima de suspense satírico criado em torno de Fay Grim, agora alçada a personagem central.
Ao assistir aos filmes, ambos bons, a pergunta que fica é o que fez Hal Hartley provocar uma mudança tão radical de um filme para o outro. O desfecho de As Confissões de Henry Fool permite, sem muita dificuldade, uma sequência. Não seria surpreendente sua existência, mas é que Fay Grim seja tão diferente no tratamento que dá à história e aos personagens.
Durante o Festival do Rio ouvi um comentário sobre Fay Grim que dizia que o filme era “uma traição de Hal Hartley”. Não é para tanto, mas também é uma sensação bastante compreensível ao ver ambos os filmes.
Ficha de As Confissões de Henry Fool no Adoro Cinema
Ficha de Fay Grim no Adoro Cinema
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Críticas
5 de nov. de 2007
Os Efeitos da Greve
Leia: Roteiristas de Hollywood entram em greve hoje
O que tantas vezes foi alardeado enfim aconteceu: greve em Hollywood. Mas, afinal de contas, até que ponto isto afeta a indústria?
O cinema será pouco afetado, a não ser que a greve se estenda por muito tempo. Os estúdios, que não são bobos, fizeram um estoque de roteiros nestes últimos meses. Como os filmes que serão lançados no próximo ano em sua imensa maioria já estão em andamento, a greve pouco afetará a curto prazo. Caso a greve dure vários meses ainda há os roteiros de estoque, que podem ser utilizados. Se durar por muito tempo aí sim haverá um grande impacto. Mas esta é uma possibilidade pequena de acontecer, especialmente pela pressão que certamente ocorrerá no lado mais atingido pela greve: a TV.
O impacto da greve para a TV será quase que imediato. Primeiro em programas diários, que necessitam constantemente de redatores e roteiristas, como os programas de entrevistas. Depois nas séries de TV, verdadeiras minas de ouro nos dias atuais. A nova temporada americana está apenas em seu início, mas séries populares como “Lost” ainda nem reestrearam. A 1ª leva de episódios já tem seus roteiros definidos, mas caso a greve se prolongue isto afetaria a produção dos episódios seguintes. O que pode provocar reprises e adiamentos de programas.
Ou seja, a tendência é que quanto mais a greve durar maior força terão os roteiristas, devido às perdas financeiras causadas pela falta de novos programas e episódios. Resta apenas aguardar até quando durará esta queda-de-braço.
O que tantas vezes foi alardeado enfim aconteceu: greve em Hollywood. Mas, afinal de contas, até que ponto isto afeta a indústria?
O cinema será pouco afetado, a não ser que a greve se estenda por muito tempo. Os estúdios, que não são bobos, fizeram um estoque de roteiros nestes últimos meses. Como os filmes que serão lançados no próximo ano em sua imensa maioria já estão em andamento, a greve pouco afetará a curto prazo. Caso a greve dure vários meses ainda há os roteiros de estoque, que podem ser utilizados. Se durar por muito tempo aí sim haverá um grande impacto. Mas esta é uma possibilidade pequena de acontecer, especialmente pela pressão que certamente ocorrerá no lado mais atingido pela greve: a TV.
O impacto da greve para a TV será quase que imediato. Primeiro em programas diários, que necessitam constantemente de redatores e roteiristas, como os programas de entrevistas. Depois nas séries de TV, verdadeiras minas de ouro nos dias atuais. A nova temporada americana está apenas em seu início, mas séries populares como “Lost” ainda nem reestrearam. A 1ª leva de episódios já tem seus roteiros definidos, mas caso a greve se prolongue isto afetaria a produção dos episódios seguintes. O que pode provocar reprises e adiamentos de programas.
Ou seja, a tendência é que quanto mais a greve durar maior força terão os roteiristas, devido às perdas financeiras causadas pela falta de novos programas e episódios. Resta apenas aguardar até quando durará esta queda-de-braço.
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4 de nov. de 2007
Itatiaia Inaugura Mostra de Cinema
De 23 a 29 de novembro, Itatiaia abriga seu primeiro festival de cinema. Dedicada exclusivamente a produções nacionais, a I Mostra de Cinema Nacional de Itatiaia oferece à população e visitantes um total de 17 filmes realizados em várias partes do país. Todas as sessões têm entrada franca e acontecerão no Teatro Municipal Oswaldo Motta, sempre às 19h. A noite de abertura conta com o elogiado documentário Brasileirinho e também com uma produção local, o curta Itatiaia Visto Por Dentro. Os responsáveis pela iniciativa são a Diretora de Cultura Silvana Medeiros e o curador Luís Arnaldo Gastão. Segundo Silvana, a mostra pretende estimular a formação de platéia no município: “Queremos oferecer para a população de Itatiaia entretenimento de qualidade através da exibição de filmes que dificilmente chegariam à cidade fora de uma mostra de cinema”.
Confiram a programação:
23/11 (Sexta)
Itatiaia Visto Por Dentro (2006) – 23′
Brasileirinho (2007) – 90′
24 /11 (Sábado)
Pedro, Ana e a Verdade (2006) – 12′
Manual Para Atropelar Cachorro (2006) – 17′
Carreiras (2007) – 72′
25/11 (Domingo)
Grassroots (2007) – 55′
Conceição – Autor Bom É Autor Morto (2006) – 78′
26/11 (Segunda)
Um Dia Um Circo (2007) – 56′
O Romance do Vaqueiro Voador (2006) – 71′
27/11 (Terça)
Cidade da Deusa (2007) – 24′
O Olho do Canhão (2005) – 73′
28/11 (Quarta)
Micrometragem (2007) – 15′
Kadinsky (1989) – 21′
Nzinga (2006) - 87′
29/11 (Quinta)
Estória de um Leitor (2005) – 16′
Sombras e Sonidos e Apnéia Metropolitana (2007) – 5′
Um Corpo Subterrâneo (2007) – 83′
Informações adicionais sobre os filmes podem ser obtidas no blog do curador Luís Arnaldo Gastão:
http://cineitatiaia.blogspot.com/
Confiram a programação:
23/11 (Sexta)
Itatiaia Visto Por Dentro (2006) – 23′
Brasileirinho (2007) – 90′
24 /11 (Sábado)
Pedro, Ana e a Verdade (2006) – 12′
Manual Para Atropelar Cachorro (2006) – 17′
Carreiras (2007) – 72′
25/11 (Domingo)
Grassroots (2007) – 55′
Conceição – Autor Bom É Autor Morto (2006) – 78′
26/11 (Segunda)
Um Dia Um Circo (2007) – 56′
O Romance do Vaqueiro Voador (2006) – 71′
27/11 (Terça)
Cidade da Deusa (2007) – 24′
O Olho do Canhão (2005) – 73′
28/11 (Quarta)
Micrometragem (2007) – 15′
Kadinsky (1989) – 21′
Nzinga (2006) - 87′
29/11 (Quinta)
Estória de um Leitor (2005) – 16′
Sombras e Sonidos e Apnéia Metropolitana (2007) – 5′
Um Corpo Subterrâneo (2007) – 83′
Informações adicionais sobre os filmes podem ser obtidas no blog do curador Luís Arnaldo Gastão:
http://cineitatiaia.blogspot.com/
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Festivais e Premiações
3 de nov. de 2007
Explicando o Top 10 Brasil
O Top 10 Brasil desta semana no Adoro Cinema tem gerado uma certa polêmica. O motivo é a liderança dada a Jogos Mortais 4, enquanto que no ranking divulgado pela Filme B, empresa que apura os dados das bilheterias nacionais, aponta Tropa de Elite como líder. Na verdade ambos estão corretos. Explico.
Desde dezembro de 2006 a Filme B alterou seu formato de elaboração do ranking, deixando de ter por base o público de cada filme e passando a usar a arrecadação dos mesmos nas bilheterias. O motivo desta mudança foi para padronizá-lo ao ranking dos demais países. Quando esta mudança foi adotada o Adoro Cinema decidiu por manter o formato antigo, em que ordenava os filmes de acordo com seu público. Isto ocorreu para manter o formato tradicional apresentado pelo site e também porque consideramos que seja mais interessante ao leitor ter esta informação com base no público do filme ao invés da quantia por ele arrecadada.
Assim tem sido desde então. Ocasionalmente os rankings divergem nas posições de alguns filmes, devido a esta diferença de classificação, mas isto sempre ocorreu em posições intermediárias até esta semana. Se for levado em conta a arrecadação, Tropa de Elite foi o 1º lugar do ranking do fim de semana passado. Já em relação ao público ele cai para 3º, sendo superado por Jogos Mortais 4 e Tá Dando Onda.
Ou seja, tanto os rankings apresentados pelo Adoro Cinema quanto pela Filme B estão corretos. A diferença é o critério de classificação, não os números de cada filme.
Confira o Top 10 Brasil desta semana
Desde dezembro de 2006 a Filme B alterou seu formato de elaboração do ranking, deixando de ter por base o público de cada filme e passando a usar a arrecadação dos mesmos nas bilheterias. O motivo desta mudança foi para padronizá-lo ao ranking dos demais países. Quando esta mudança foi adotada o Adoro Cinema decidiu por manter o formato antigo, em que ordenava os filmes de acordo com seu público. Isto ocorreu para manter o formato tradicional apresentado pelo site e também porque consideramos que seja mais interessante ao leitor ter esta informação com base no público do filme ao invés da quantia por ele arrecadada.
Assim tem sido desde então. Ocasionalmente os rankings divergem nas posições de alguns filmes, devido a esta diferença de classificação, mas isto sempre ocorreu em posições intermediárias até esta semana. Se for levado em conta a arrecadação, Tropa de Elite foi o 1º lugar do ranking do fim de semana passado. Já em relação ao público ele cai para 3º, sendo superado por Jogos Mortais 4 e Tá Dando Onda.
Ou seja, tanto os rankings apresentados pelo Adoro Cinema quanto pela Filme B estão corretos. A diferença é o critério de classificação, não os números de cada filme.
Confira o Top 10 Brasil desta semana
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Adoro Cinema
2 de nov. de 2007
Massimo Troisi
A história de Massimo Troisi é dramática. Um dia após concluir o filme que o tornaria mundialmente conhecido, O Carteiro e o Poeta, faleceu devido a um ataque cardíaco. Troisi já tinha problemas sérios de saúde, mas resolveu rodar o filme por considerá-lo mais importante. É um caso de artista que se sacrifica em prol da arte, algo também abordado em Piaf - Um Hino ao Amor.
Troisi teve uma carreira curta no cinema, com apenas outros 10 filmes. Nenhum de tanta importância ou repercussão quanto O Carteiro e o Poeta. Seja por reconhecimento ou homenagem, o filme lhe rendeu duas indicações ao Oscar e ao BAFTA, como roteirista e ator. Não foram injustas, especialmente as como roteirista. O Carteiro e o Poeta trata com delicadeza o relacionamento entre uma pessoa culta, de renome mundial, com alguém simples, com uma boa dose de ingenuidade. Não há preconceito ou tentativa de se impor, mas sim uma amizade onde há trocas de ambos os lados. O modo como a poesia e seus efeitos são abordados, como na frase postada logo abaixo, também merece destaque, dando um charme especial à história.
Troisi também não se sai mal como ator, estando convincente como Mario Ruoppolo. Entretanto a sensação que passa é a mesma que tenho com Roberto Benigni em A Vida é Bela, Sylvester Stallone em Rocky ou Woody Allen em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa: não se trata de uma grande atuação, mas sim de um ator interpretando um personagem que melhor explore suas próprias características. Mas para ter esta certeza é necessário ver outros filmes de Troisi, notar se suas interpretações seguem sempre a mesma linha ou diferenciam de acordo com o personagem. Como não pude ainda assisti-los, fico apenas com a impressão. O que, de forma alguma, desmerece o bom trabalho feito em seu filme derradeiro.
Ficha de O Carteiro e o Poeta no Adoro Cinema
Troisi teve uma carreira curta no cinema, com apenas outros 10 filmes. Nenhum de tanta importância ou repercussão quanto O Carteiro e o Poeta. Seja por reconhecimento ou homenagem, o filme lhe rendeu duas indicações ao Oscar e ao BAFTA, como roteirista e ator. Não foram injustas, especialmente as como roteirista. O Carteiro e o Poeta trata com delicadeza o relacionamento entre uma pessoa culta, de renome mundial, com alguém simples, com uma boa dose de ingenuidade. Não há preconceito ou tentativa de se impor, mas sim uma amizade onde há trocas de ambos os lados. O modo como a poesia e seus efeitos são abordados, como na frase postada logo abaixo, também merece destaque, dando um charme especial à história.
Troisi também não se sai mal como ator, estando convincente como Mario Ruoppolo. Entretanto a sensação que passa é a mesma que tenho com Roberto Benigni em A Vida é Bela, Sylvester Stallone em Rocky ou Woody Allen em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa: não se trata de uma grande atuação, mas sim de um ator interpretando um personagem que melhor explore suas próprias características. Mas para ter esta certeza é necessário ver outros filmes de Troisi, notar se suas interpretações seguem sempre a mesma linha ou diferenciam de acordo com o personagem. Como não pude ainda assisti-los, fico apenas com a impressão. O que, de forma alguma, desmerece o bom trabalho feito em seu filme derradeiro.
Ficha de O Carteiro e o Poeta no Adoro Cinema
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Atores e Atrizes
A Volta de Penélope
Outro dia desses, revendo o ótimo Volver, de Pedro Almodóvar, ficou ainda mais evidente para mim o quanto Penélope Cruz é outra em sua terra natal. Por algum motivo, a atriz espanhola não consegue interpretar em inglês. A primeira vez que vi Penélope foi numa pequena participação em Carne Trêmula; a segunda, foi novamente num filme de Almodóvar: Tudo Sobre Minha Mãe. Desta vez com maior destaque, me pareceu uma boa atriz. Mas aí a moça migrou para Hollywood, virou símbolo sexual, namorou Tom Cruise e mandou a carreira para o ralo.
Dava pena de ver suas tentativas de virar estrela internacional naufragarem espetacularmente. Porque ela realmente se esforçava! Mas mesmo quando escolhia roteiros razoáveis, como Vanilla Sky, sua interpretação era artificial e forçada. E o que dizer de produções como O Capitão Corelli, Sahara e Bandidas? E não nos esqueçamos da sua maior trapalhada: o inacreditável Sabor da Paixão, onde interpretava uma cozinheira baiana (!) que vira sucesso na TV americana com suas receitas tropicais e ainda vive um romance estranhíssimo com o Murilo Benício atacando de malandro do Pelourinho.
Foi então que, a exemplo do título do filme, Penélope resolveu volver às suas origens. De volta à Espanha e sendo dirigida pelo cineasta que a havia descoberto, a atriz dá um verdadeiro show de interpretação em Volver. Com uma caracterização mais madura e realista, renasce para o espectador uma nova Penélope Cruz. Mais forte, mais intensa e bem mais bonita do que a Barbie na qual estava se transformando. Inesquecível a cena em que a atriz canta o bolerão que dá título ao filme. A grande ironia nisso tudo é o fato desse retorno à Espanha ter lhe proporcionado o que certamente não conseguiria se tivesse insistido apenas numa carreira americana: uma indicação ao Oscar.
Penélope já rodou cinco filmes depois de Volver. Sonhando Acordado (The Good Night, que já chegou aqui em DVD), Manolete (produção espanhola) e Elegy (filme americano da espanhola Isabel Coixet) já estão finalizados. Vicky Cristina Barcelona (novo do Woody Allen, filmado na Espanha) e Nine (aparentemente, uma continuação do 8 ½ do Fellini) encontram-se em pós-produção. Agora, é aguardar para conferir. Mas, pela diversidade de seus novos trabalhos, parece que agora ela finalmente entendeu que o estrelato é conseqüência do bom trabalho e não a razão dele.
Ficha de Volver no Adoro Cinema
Dava pena de ver suas tentativas de virar estrela internacional naufragarem espetacularmente. Porque ela realmente se esforçava! Mas mesmo quando escolhia roteiros razoáveis, como Vanilla Sky, sua interpretação era artificial e forçada. E o que dizer de produções como O Capitão Corelli, Sahara e Bandidas? E não nos esqueçamos da sua maior trapalhada: o inacreditável Sabor da Paixão, onde interpretava uma cozinheira baiana (!) que vira sucesso na TV americana com suas receitas tropicais e ainda vive um romance estranhíssimo com o Murilo Benício atacando de malandro do Pelourinho.
Foi então que, a exemplo do título do filme, Penélope resolveu volver às suas origens. De volta à Espanha e sendo dirigida pelo cineasta que a havia descoberto, a atriz dá um verdadeiro show de interpretação em Volver. Com uma caracterização mais madura e realista, renasce para o espectador uma nova Penélope Cruz. Mais forte, mais intensa e bem mais bonita do que a Barbie na qual estava se transformando. Inesquecível a cena em que a atriz canta o bolerão que dá título ao filme. A grande ironia nisso tudo é o fato desse retorno à Espanha ter lhe proporcionado o que certamente não conseguiria se tivesse insistido apenas numa carreira americana: uma indicação ao Oscar.
Penélope já rodou cinco filmes depois de Volver. Sonhando Acordado (The Good Night, que já chegou aqui em DVD), Manolete (produção espanhola) e Elegy (filme americano da espanhola Isabel Coixet) já estão finalizados. Vicky Cristina Barcelona (novo do Woody Allen, filmado na Espanha) e Nine (aparentemente, uma continuação do 8 ½ do Fellini) encontram-se em pós-produção. Agora, é aguardar para conferir. Mas, pela diversidade de seus novos trabalhos, parece que agora ela finalmente entendeu que o estrelato é conseqüência do bom trabalho e não a razão dele.
Ficha de Volver no Adoro Cinema
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(Mario Ruoppolo, personagem de Massimo Troisi em O Carteiro e o Poeta, justificando o uso de uma poesia de Pablo Neruda para conquistar Beatrice)
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1 de nov. de 2007
Promoção nos Cinemas
Leia: Grupo Severiano Ribeiro fará promoção às segundas
Confira logo abaixo quais serão os cinemas participantes da promoção:
Rio de Janeiro:
Bay Market -> apenas R$ 4,00 a inteira nos dias 05, 12 e 26 de Novembro de 2007.
Rio Sul, Roxy e São Luiz -> apenas R$ 8,00 a inteira nos dias 05, 12 e 26 de Novembro de 2007.
Iguaçu Top, Grande Rio, Iguatemi, Kinoplex Nova América, Madureira Shopping, Palácio e Via Parque -> apenas R$ 6,00 a inteira nos dias 05, 12 e 26 de Novembro de 2007.
Brasília:
Cinemas Parkplex, Pátio Brasil, Brasília Shopping e Terraço Shopping apenas R$ 6,00 a inteira nos dias 05, 12, 19 e 26 de Novembro de 2007.
Campinas:
Kinoplex Parque D. Pedro apenas R$ 6,00 a inteira nos dias 05, 12 e 26 de Novembro de 2007.
Osasco:
Kinoplex Osasco apenas R$ 6,00 a inteira nos dias 05, 12 e 26 de Novembro de 2007.
Vila Velha - Vitória:
Kinoplex Praia da Costa apenas R$ 6,00 a inteira nos dias 05, 12, 19 e 26 de Novembro de 2007.
Recife:
Multiplex Boa Vista apenas R$ 7,00 a inteira nos dias 05, 12, 19 e 26 de Novembro de 2007.
Manaus:
Cinema Amazonas Shopping apenas R$ 4,00 a inteira nos dias 05, 12 e 26 de Novembro de 2007.
Fortaleza:
Cinema North Shopping apenas R$ 6,00 a inteira nos dias 05, 12, 19 e 26 de Novembro de 2007.
Goiânia:
Cinema Flamboyant apenas R$ 4,00 a inteira nos dias 05, 12, 19 e 26 de Novembro de 2007.
Cinema Goiânia Shopping apenas R$ 6,00 a inteira nos dias 05, 12, 19 e 26 de Novembro de 2007.
Maceió:
Cinemas Iguatemi e Farol apenas R$ 6,00 a inteira nos dias 05, 12, 19 e 26 de Novembro de 2007.
Confira logo abaixo quais serão os cinemas participantes da promoção:
Rio de Janeiro:
Bay Market -> apenas R$ 4,00 a inteira nos dias 05, 12 e 26 de Novembro de 2007.
Rio Sul, Roxy e São Luiz -> apenas R$ 8,00 a inteira nos dias 05, 12 e 26 de Novembro de 2007.
Iguaçu Top, Grande Rio, Iguatemi, Kinoplex Nova América, Madureira Shopping, Palácio e Via Parque -> apenas R$ 6,00 a inteira nos dias 05, 12 e 26 de Novembro de 2007.
Brasília:
Cinemas Parkplex, Pátio Brasil, Brasília Shopping e Terraço Shopping apenas R$ 6,00 a inteira nos dias 05, 12, 19 e 26 de Novembro de 2007.
Campinas:
Kinoplex Parque D. Pedro apenas R$ 6,00 a inteira nos dias 05, 12 e 26 de Novembro de 2007.
Osasco:
Kinoplex Osasco apenas R$ 6,00 a inteira nos dias 05, 12 e 26 de Novembro de 2007.
Vila Velha - Vitória:
Kinoplex Praia da Costa apenas R$ 6,00 a inteira nos dias 05, 12, 19 e 26 de Novembro de 2007.
Recife:
Multiplex Boa Vista apenas R$ 7,00 a inteira nos dias 05, 12, 19 e 26 de Novembro de 2007.
Manaus:
Cinema Amazonas Shopping apenas R$ 4,00 a inteira nos dias 05, 12 e 26 de Novembro de 2007.
Fortaleza:
Cinema North Shopping apenas R$ 6,00 a inteira nos dias 05, 12, 19 e 26 de Novembro de 2007.
Goiânia:
Cinema Flamboyant apenas R$ 4,00 a inteira nos dias 05, 12, 19 e 26 de Novembro de 2007.
Cinema Goiânia Shopping apenas R$ 6,00 a inteira nos dias 05, 12, 19 e 26 de Novembro de 2007.
Maceió:
Cinemas Iguatemi e Farol apenas R$ 6,00 a inteira nos dias 05, 12, 19 e 26 de Novembro de 2007.
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